20 de fevereiro de 2012

Filosofando (existe que fui ver)

(Vamos tentar, por exemplo, ver esta mensagem a 30 metros de distancia.)
OK, não façam isso, é apenas para mostrar que nem sempre vemos as coisas como elas são e o melhor é parar para pensar. Ás vezes é preciso ter a capacidade de visão sobre vários ângulos diferentes. Tentar ver o outro lado da moeda que nem sempre é o que esperamos. O ângulo mais comum é o nosso interior. Somos aquilo que nos acontece ao longo da vida. Quer queiramos quer não, está-mos condicionados pelas circunstancias da vida. A capacidade de ver o nosso interior, o exterior, interior de outras pessoas só é adquirida pela forma como estamos ligados à sociedade. Às vezes, aonde os outros vêm pedra eu vejo água.

(aproveite a pausa para beber água).
Mas na vida precisas de ambos, desde que seja de forma equilibrada. E quando eu falo de equilibro não é o dos trapezistas. É um equilibro da vida. É a forma desequilibrada que os trapezistas treinam para chegar à perfeição, apenas do seu interior. A perfeição também passa pelo exterior ...

(agora é que começa a complicar)
Existe também aquelas pessoas que só pensam no outros.  No exterior e interior apenas de outros e não de si mesmas. Não é a formas mais correta porque, as vezes corresponder a outras pessoas passa por corresponder a nós próprios, o nosso interior. Sendo assim as pessoas a pouco e pouco vão ficando sozinhas porque não é a todas as horas que as pessoas querem ser correspondidas. Em casos extremos eu diria que a morte é o limite desse desequilíbrio.

(vai embora)
Não é fácil jogar com esta balança. Tudo se complica ainda mais, quando ganhamos a capacidade de prever os acontecimentos a curto prazo com as informações que temos. Desviando o pensamento para o que poderia ser... E esquecemos o que está a acontecer.

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