- O pequeno-almoço esta na mesa,.. Despacha te!
- Eu já te disse que consigo fazer o meu pequeno-almoço sozinho! – Com cara de zangado pega na sande de fiambre em pão de forma, sem côdea cortado em dois e formando um triângulo, começa a comer com enorme satisfação. O normal para um dia de escola deste rapaz.
Prepara se normalmente. Veste a roupa normal. Calça normalmente o calçado normal. Abre a porta normal de casa e quando a luz deixa de ofuscar os olhos deste rapaz com cabelo às repas, ele fica boquiaberto.
- Eu já te disse que consigo fazer o meu pequeno-almoço sozinho! – Com cara de zangado pega na sande de fiambre em pão de forma, sem côdea cortado em dois e formando um triângulo, começa a comer com enorme satisfação. O normal para um dia de escola deste rapaz.
Prepara se normalmente. Veste a roupa normal. Calça normalmente o calçado normal. Abre a porta normal de casa e quando a luz deixa de ofuscar os olhos deste rapaz com cabelo às repas, ele fica boquiaberto.
A vila estava um caos. Carros a pairar no ar. Árvores demolidas. Casas arruinadas.
O alcatrão das ruas todo estalado. – Mas que diabo fez isto!
- Oh meu Deus! Filho entra pra dentro. Esqueci-me! Hoje é dia do monstro do coração partido.
- Quem?
- O monstro do coração partido. É um monstro que ataca neste dia todos os anos.
- Que nome estranho. Como é que ele é? – O rapaz fica intrigado.
- Não sei. Esquece isso e vai ver televisão ou assim para o teu quarto. Hoje não podemos sair de casa.
E o rapazote fez o que toda criança faz, saio pela porta das traseiras e foi descobrir mais sobre este monstro.
Seguiu o trilho da destruição. Tudo parecia muito calmo e destruído. Pouca gente se atrevera a sair de casa.
Pelo caminho encontrou o Sr.º Rodolfo. – Que fazes aqui rapaz? Não sabes que dia é hoje?
O alcatrão das ruas todo estalado. – Mas que diabo fez isto!
- Oh meu Deus! Filho entra pra dentro. Esqueci-me! Hoje é dia do monstro do coração partido.
- Quem?
- O monstro do coração partido. É um monstro que ataca neste dia todos os anos.
- Que nome estranho. Como é que ele é? – O rapaz fica intrigado.
- Não sei. Esquece isso e vai ver televisão ou assim para o teu quarto. Hoje não podemos sair de casa.
E o rapazote fez o que toda criança faz, saio pela porta das traseiras e foi descobrir mais sobre este monstro.
Seguiu o trilho da destruição. Tudo parecia muito calmo e destruído. Pouca gente se atrevera a sair de casa.
Pelo caminho encontrou o Sr.º Rodolfo. – Que fazes aqui rapaz? Não sabes que dia é hoje?
- Sei sim Sr.º Rodolfo, por isso é que vou a casa do meu amigo para avisa-lo.
- Qual amigo?
- Aaahh … humm … o meu amigo da escola - Com ar de que não sabia o que dizer.
- Ok vai lá. Mas sabes que não devias andar por aqui. O Monstro não ataca pessoas mas destrói tudo e podes-te magoar com alguma coisa.
E o rapaz continua o caminho da destruição, que entretanto passa uma vaca a voar. O rapaz cada vez mais intrigado e espantado desvia o olhar para a vaca, ao mesmo tempo que caminhava. Quando desvia a cabeça de volta depara se com uma criatura gigantesca. Os dois olham se e o monstro solta um grunhido. Mais uma vez o rapaz não se mexe como quando viu o lobo. O monstro revoltado voltasse e começa a afastar-se, mas as pernas eram tão grandes que parecia que nem sabia andar. O rapaz segue-o de longe até que entram na floresta. Depois o monstro trepa uma árvore descomunal. A árvore era tão grande que por mais que o rapaz inclina-se a cabeça não conseguia ver o topo.
O rapaz decretou que ia ficar ali á espera até que o monstro desce se novamente. Encostou-se na árvore á espera que ele aparecesse. Quanto o sol estava quase junto da linha do horizonte o mostro desceu e acordou o rapaz com outro grunhido. Este uma voz muito grossa disse - vai te embora!
O rapaz assustado cai no chão, meio amedrontado por ver que o monstro tinha um rosto assimétrico – Não.
- O que queres?
- Quero ser teu amigo…
O monstro olha-o com um ar suspeito. Ao mesmo tempo ouve um barulho das sirenes. O monstro pega no rapaz e trepa a árvore quase até ao topo. Até a uma espécie de casa na árvore mas muito rudimentar. O rapaz fica espantado. – Tens a melhor casa na árvore que eu conheço.
Sobe para um sofá em madeira gigantesco e pergunta – Qual é o teu nome?
- Sou o Carlos, mas toda gente conhece me por monstro do …
Sem que monstro termina-se o rapaz conclui. – Do coração partido. Sim já ouvi isso muitas vezes hoje. Porque te chamam isso?
- Porque eu tenho o coração partido.
- Quem partiu?
- Ninguém. Eu nasci assim eu posso te mostras a radiografias que eu fiz no hospital.
- Estives-te no hospital?
- Sim. Eu já fui um rapazinho como tu.
- E como vieste aqui parar? Como ficaste assim?
- Eu era muito gozado quando era miúdo e toda gente me chamava de monstro do coração partido. Chegou a um ponto que eu próprio já acreditava que era verdade.
-Toda a gente te chamava isso?
- Sim expecto uma miúda.
- E aonde ela está?
- Não sei. Um dia ela chamou de monstro e eu a partir tudo. No fundo até foi um alívio.
- Porquê?
- Porque me senti vivo pela primeira vez. Senti-me livre…Queres beber qualquer coisa?
- Água pode ser.
Pega num copo de madeira com água e pousa junto do rapaz que já estava de pé. O copo era maior que rapaz. O monstro ajuda-o a beber inclinando o copo. Mas quando a água começou a sair era tanta que o rapaz foi empurrado e começou uma queda pela árvore abaixo. O rapaz muito aflito fecha os olhos.
Abre os olhos e lentamente apercebe-se que está na esquadra. Lentamente apercebe-se que tudo foi um sonho. Que teve um sonho dentro de um outro sonho. Mete a mão á cara e repara que tem um arranhão e recorda-se da primeira queda que teve, quando ainda estava a correr que originou a feriada na face.
De repente aparece a mãe dele aos berros. Excessivamente preocupada.
- Qual amigo?
- Aaahh … humm … o meu amigo da escola - Com ar de que não sabia o que dizer.
- Ok vai lá. Mas sabes que não devias andar por aqui. O Monstro não ataca pessoas mas destrói tudo e podes-te magoar com alguma coisa.
E o rapaz continua o caminho da destruição, que entretanto passa uma vaca a voar. O rapaz cada vez mais intrigado e espantado desvia o olhar para a vaca, ao mesmo tempo que caminhava. Quando desvia a cabeça de volta depara se com uma criatura gigantesca. Os dois olham se e o monstro solta um grunhido. Mais uma vez o rapaz não se mexe como quando viu o lobo. O monstro revoltado voltasse e começa a afastar-se, mas as pernas eram tão grandes que parecia que nem sabia andar. O rapaz segue-o de longe até que entram na floresta. Depois o monstro trepa uma árvore descomunal. A árvore era tão grande que por mais que o rapaz inclina-se a cabeça não conseguia ver o topo.
O rapaz decretou que ia ficar ali á espera até que o monstro desce se novamente. Encostou-se na árvore á espera que ele aparecesse. Quanto o sol estava quase junto da linha do horizonte o mostro desceu e acordou o rapaz com outro grunhido. Este uma voz muito grossa disse - vai te embora!
O rapaz assustado cai no chão, meio amedrontado por ver que o monstro tinha um rosto assimétrico – Não.
- O que queres?
- Quero ser teu amigo…
O monstro olha-o com um ar suspeito. Ao mesmo tempo ouve um barulho das sirenes. O monstro pega no rapaz e trepa a árvore quase até ao topo. Até a uma espécie de casa na árvore mas muito rudimentar. O rapaz fica espantado. – Tens a melhor casa na árvore que eu conheço.
Sobe para um sofá em madeira gigantesco e pergunta – Qual é o teu nome?
- Sou o Carlos, mas toda gente conhece me por monstro do …
Sem que monstro termina-se o rapaz conclui. – Do coração partido. Sim já ouvi isso muitas vezes hoje. Porque te chamam isso?
- Porque eu tenho o coração partido.
- Quem partiu?
- Ninguém. Eu nasci assim eu posso te mostras a radiografias que eu fiz no hospital.
- Estives-te no hospital?
- Sim. Eu já fui um rapazinho como tu.
- E como vieste aqui parar? Como ficaste assim?
- Eu era muito gozado quando era miúdo e toda gente me chamava de monstro do coração partido. Chegou a um ponto que eu próprio já acreditava que era verdade.
-Toda a gente te chamava isso?
- Sim expecto uma miúda.
- E aonde ela está?
- Não sei. Um dia ela chamou de monstro e eu a partir tudo. No fundo até foi um alívio.
- Porquê?
- Porque me senti vivo pela primeira vez. Senti-me livre…Queres beber qualquer coisa?
- Água pode ser.
Pega num copo de madeira com água e pousa junto do rapaz que já estava de pé. O copo era maior que rapaz. O monstro ajuda-o a beber inclinando o copo. Mas quando a água começou a sair era tanta que o rapaz foi empurrado e começou uma queda pela árvore abaixo. O rapaz muito aflito fecha os olhos.
Abre os olhos e lentamente apercebe-se que está na esquadra. Lentamente apercebe-se que tudo foi um sonho. Que teve um sonho dentro de um outro sonho. Mete a mão á cara e repara que tem um arranhão e recorda-se da primeira queda que teve, quando ainda estava a correr que originou a feriada na face.
De repente aparece a mãe dele aos berros. Excessivamente preocupada.
– Oh meu filhinho! Onde estavas estávamos todos preocupados contigo! O que aconteceu á tua cara?
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