Sentado na cadeira confortável de um café com ponto de internet, vasculho a minha caixa de correio cheia de mensagens e pergunto a mim mesmo se hoje vou arranjar emprego. Peço um café ao empregado. Abro mais uma página.
No meio de todas as mensagens encontro uma com o nome de “ Episodio 4”, começava com “Daqui quem escreve é o Nuno Miguel”. Abri e percebi que era mais alguma que o Nuno andava a tramar. Que ideia a dele, de acabar com o dinheiro!
No dia a seguir falo com ele encontramo-nos no comboio. O comboio ia cheio á pinha. Uma mistela de etnias, cheiros e sabe-se lá o que mais. Falamos um pouco mas o Nuno não parecia muito interessado na nossa conversa. Dei por mim a falar sozinho, enquanto o Nuno prestava atenção às pessoas á nossa volta.
- Olha lá, ‘tou a falar contigo!
- ‘Pera deixa ouvir o que eles estão a dizer. - Fala o Nuno sem sequer olhar para mim.
Estamos perto da estação de Campanhã.
- Não sabia que eras coscuvilheiro também. – Lembro me daquelas vizinhas que passam a vida a falar mal de toda a gente.
Depois o Nuno sussurra.
- Achas?! Estou só a ver o tópico da conversa e a intensidade.
- E viraste jornalista agora?
De repete as portas abrem-se e as pessoas tentam sair e outras tentam entrar ao mesmo tempo.
- Não. Activista. – Responde o Nuno e de repente vejo ele a dar um encontrão a um dos homens da conversa interessante. Pedindo de seguida desculpa – Desculpe, é a minha paragem!
Saio a correr pois o Nuno não me avisou da paragem que íamos sair. Sentamo-nos num muro baixo de cimento, logo á saída do comboio. Vemos o comboio partir.
Nuno tira uma carteira do bolço do seu casaco sem mangas mas com capucho.
Depois o Nuno sussurra.
- Achas?! Estou só a ver o tópico da conversa e a intensidade.
- E viraste jornalista agora?
De repete as portas abrem-se e as pessoas tentam sair e outras tentam entrar ao mesmo tempo.
- Não. Activista. – Responde o Nuno e de repente vejo ele a dar um encontrão a um dos homens da conversa interessante. Pedindo de seguida desculpa – Desculpe, é a minha paragem!
Saio a correr pois o Nuno não me avisou da paragem que íamos sair. Sentamo-nos num muro baixo de cimento, logo á saída do comboio. Vemos o comboio partir.
Nuno tira uma carteira do bolço do seu casaco sem mangas mas com capucho.
- O quê? Roubaste a carteira do homem? Esta é a última vez que eu falo contigo. – Levanto-me para ir embora. Entretanto o Nuno pega em duas notas de 50 € atira para o chão e despeja algo com cheiro inflamável em cima.
– Não vás embora – grita o Nuno.
Ouso o som de um fósforo a passar a raspa. Volto para ele e vejo um fósforo a cair em cima das notas molhadas em algo inflamável, parecia álcool.
- Ah ah! Não leste a minha mensagem!
- Tu bates mesmo mal! Não sei porque ainda falo contigo.
- Eu apenas acho que se não existisse dinheiro que era mais fácil. Que não havia tantas guerras. – Suspira o Nuno.
-Talvez a guerra e o dinheiro são gémeos falsos que, a pequena diferença de idade não importam agora. O que importa é o que fazer para acabar com ela e quem tem poder não se importa muito com isso.
- Tens razão… E quem é que achas que tem esse poder?
muito fixe mesmo
ResponderEliminarcontinua assim tens muita imagibnação
Curti grande..
ResponderEliminarEscreves fixe!
Obrigado !
ResponderEliminareu vou passando no teu tb, fica bem
Gostei muito!
ResponderEliminartens uma imaginação altamente